Ducati Monster 1100S Forever




Pois é!!! pensavam que o Baninho passava a 28ª Concentração de Faro sem mota.

Pois enganaram-se, já temos mota para dar umas voltinhas, agora um pouco mais longínquas.

Temos de combinar um passeio com a malta da "velha guarda" e com os novos detentores de grandes máquinas.

Pessoal, Tô pronto!!!
Como é que combinamos para os dias da concentração??? jantarada???

Faro 2009

Camaradas,
Faro 2009 está a chegar, alguém interessado em ajudar no OÁSIS?

Abraço,
MR

Puga de Estaleiro

Eu bem disse que essa motas da Áustria são malinas...e a prova está aí!


No final da pista , havia 2 estradas paralelas , e o Rui , ao passar de uma para outra , bateu com a frente numa pedra escondida nas ervas e kaputtttttt

Foi o final do passeio para ele , são coisas que acontecem quando menos se espera , podia ter sido pior , mas partir um pé não deve ser nada agradável

Nem sei como é que ele aguentou as dores até Faro , o paracetamol deve ter ajudado

A mota só sofreu uns riscos , nada que não se recomponha .

O capacete ao bater no chão , a pala partiu-se :

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E como se não bastasse , ainda estoirou uma lata de espuma dentro da mochila :

ImagemEnquanto o Rui descansava e tentava perceber se podia continuar ou não , arranjámos uma sombra junto à água , para que o Rui pudesse meter o pé dentro de água a ver se a dor e o inchaço diminuíam ......



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As rápidas melhoras...

daqui pra frente vou ter mais cuidado com a minha KTM!!!

LÉS A LÉS


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Os números finais expressam o inabalável entusiasmo em redor do Portugal de Lés-a-Lés/Moviflor, aventura que, na 11ª edição, ligará Boticas a Olhão, com pernoita em Castelo Branco, entre os dias 11 e 13 de Junho. Ao todo, a colorida caravana que dará corpo ao desafio lançado pela Comissão de Mototurismo da Federação de Motociclismo de Portugal, ultrapassará os 900 aventureiros!
Duas horas e 15 minutos será o tempo necessário para dar a partida, frente à Câmara Municipal de Boticas, às 405 equipas inscritas no 11.º Portugal de Lés-a-Lés/Moviflor, incluindo um grupo de espanhóis, elementos do clube Turismoto de Valladolid, responsáveis pela organização dos Pinguins, a grande concentração invernal ibérica.

O “aperitivo”

As saídas do palanque serão intervaladas de 20 segundos rumo a um prólogo que, feito o road-book, sabe-se que terá 92 quilómetros, numa passeata muito diversificada, passando por muitos dos 52 lugares e 16 freguesias do concelho fundado no século XIX, no contexto da reforma administrativa de 1836. Traçado por montanhas e aldeias, através de bosques e carvalhais, passando por aldeias típicas como Seirrãos, Carvalhelhos, Atilhó, Alturas do Barroso, Covas do Barroso, Fiães do Tâmega ou Vilarinho Seco, revelando a sua arquitectura tradicional, com casas graníticas e telhados de colmo, relógios de sol, pontões, cruzeiros e bebedouro. Num concelho com 256 moinhos (!) accionados pela água, também serão visitados alguns que foram restaurados, bem como as termas e o Castro de Carvalhelhos ou a ponte românica sobre o rio Beça. Tudo servido por caminhos e estradas que, em vários locais, será necessário partilhar com o gado barrosão, além da passagem em viveiros florestais e de trutas.

Pernoita em Castelo Branco

Boticas será também ponto de partida, às 7 horas, para os 421 quilómetros da primeira etapa, até Castelo Branco onde as primeiras equipas deverão chegar por volta das 19 horas, contando de permeio com 2 horas e 40 minutos de paragens para refeições e curtas visitas (a pé...) aos pontos onde estão instalados os vários controlos do dia. Ou seja, sobram 9 horas e 20 minutos, a uma média prevista de 45 km/h, tempo que inclui reabastecimentos e paragens para fotos.
A chegada à capital de distrito beirã terá lugar no largo fronteiro à Câmara Municipal, depois da passagem por alguns dos mais significativos ex-líbris da cidade albicastrense, desde o Museu Francisco Tavares de Proença Júnior, no belíssimo Paço Episcopal do bispo da Guarda, edifício construído em 1596, até aos jardins do Paço Episcopal, localizados mesmo nas traseiras do Museu e que representam ponto alto da jardinagem no período barroco, passando pela Sé da antiga diocese de Castelo Branco.
Antes da chegada ao centro da cidade beirã, no local que acolherá também a partida do dia seguinte, também às 7 horas, tempo para passagem pela serra da Gardunha e pela vila de Alcains, cujo mais famoso filho da terra foi o general Ramalho Eanes, Presidente da República entre 1976 e 1986. No dia seguinte, a segunda etapa contará com a inevitável descida ao Tejo, em ponto de marcante animação, na passagem da Beira Baixa para o Alto Alentejo.

Rumo a Olhão

Viagem de 520 quilómetros rumo a Olhão da Restauração, nome raramente utilizado e ligado a facto histórico que cumpre 200 anos, com longa e penitente travessia da serra algarvia, com as dificuldades logo esquecidas à vista do oceano, e passagem mesmo diante da Moviflor, em rota para o palanque onde a caravana começará a chegar por volta das 19 horas.
Local de chegada instalado junto à idílica ria, em parque fresco e agradável, com bom estacionamento, sobranceiro às embarcações de recreio. E que acolherá o jantar, ao ar livre, num final em festa e que, tal como em Castelo Branco, está previsto antes do pôr-do-sol, permitindo aos participantes usufruir ao máximo das belíssimas paisagens atravessadas.
Antes ainda, passagem pela história Ponte de Quelfes, estrutura viária construída pelos romanos há cerca de 2000 anos e que foi palco, em 18 de Junho de 1808, da derrota das tropas francesas de Napoleão às mãos do valoroso povo de Olhão, assinalando o ponto alto da sublevação da população algarvia no início da restauração da independência portuguesa, na vila que, por isso ficou conhecida como Olhão da Restauração.

Texto: Gabinete de Imprensa 11.º Portugal de Lés-a-Lés

Outra estranha ideia

O chamado “ferro eléctrico”...


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Partindo do princípio que num mundo em que os carros e as motos se estão a tornar verdes, a Harley-Davidson não deve ficar para trás, Nicolas Petit, um designer francês especializado em motos, apresenta a sua última criação.

A Trunk não passa de um conceito, mas tem fundamentos técnicos muito realistas e conceitos de construção muito bem fundamentados.

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Esta criação mantém a imponência típica das motos da marca americana, com prestações dinâmicas muito aceitáveis, como os 47 cv de potência, os mais de seis kg/metro de binário, e uma velocidade máxima de 130 Km/hora.

O arranque dos zero aos 50 Km/h em apenas 3,5 segundos e uma autonomia de aproximadamente cinco horas em percurso urbano são marcas muito convincentes, conseguidas à custa de uma bateria de iões de lítio com uma capacidade de 6,5 KW/h (com uma vida útil de 4500 ciclos de carga/descarga) recarregável em 80% ao fim de 4 horas (a 110V) e um motor de 275 A embutido na roda traseira. O sistema inclui travagem regenerativa e recarga eólica enquanto em andamento.

Na ciclistica podem-se encontrar, na frente, uma forquilha telescópica de 50 mm e discos de travão recortados de 320 mm com pinça de quatro pistões e uma roda de 17’’ com um pneu 120/70, e na traseira, uma roda também de 17’’ mas com um vistoso pneu 180/55 servida por um mono amortecedor e um disco de 310 mm com uma pinça de 2 pistões, tudo isto para tornar consistente um quadro de alumínio que suporta um conjunto com um peso de 200 Kg.

À semelhança de outras marcas, a Harley-Davidson não confirma nem desmente qualquer envolvimento com este projecto.

A Trunk está em exposição permanente em Paris, no número 128 da rua Rivoli.

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